Da Redação
Ex-governador Júlio Campos (UB) voltou a pontuar a possibilidade de o palanque do governador Mauro Mendes (UB) - considerando eventual projeto à reeleição do chefe do Executivo estadual - vir a abrigar mais de um candidato ao Senado. E na análise dessa seara, alertou sobre as estratégias para não gerar "sequelas".
"Já que o senador Wellington Fagundes insiste em ser reeleito, e com apoio do presidente Jair Bolsonaro, dificilmente tem como contrariar um pedido do presidente nessa coligação, poderia o Mauro tentar uma conciliação com o deputado Neri Geller", analisou.
Campos, nesse aspecto, assinalou que "se o atual vice-governador Otaviano Pivetta não disputar a reeleição, poderia acomodar talvez o Neri Geller numa vice-governadoria".
Júlio Campos também chamou a atenção para a necessidade de "se fazer uma engenharia para não deixar sequelas. Toda sequela deixa mágoa, deixa ressentimento e pode ocasionar votos contrários".
Acrescentou: "nós tivemos a informação de que o eleitorado de Mato Grosso aumentou em apenas 45 mil novos eleitores, então vamos ter pouco mais de 2,3 milhões de eleitores, o que significa que perdemos mais de 300 mil eleitores com essas decisões do Tribunal Superior Eleitoral de não validar quem não fez biometria".
Por fim, Campos disse que o cenário ainda é prematuro, e que é preciso aguardar ver "quem a oposição irá lançar. Não definiu nenhum quadro, por enquanto o governador Mauro Mendes está navegando em céu de brigadeiro", cravou.

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