Da Redação - FocoCidade
A direção estadual do PSDB, sob Paulo Borges, reagiu às declarações da juíza aposentada Selma Arruda (PSL), candidata ao Senado, que na sexta-feira (31) anunciou rompimento à coligação liderada pelo governador Pedro Taques, no projeto à reeleição. Borges classifica observações de Selma Arruda como "oportunista", e assevera ter a candidata "inventado factóides".
O impasse acerca da divisão do tempo à propaganda eleitoral na TV e rádio levou ao rompimento. Selma Arruda destacou ainda que sua deicsão também está pautada nas delações do empresário Alan Malouf e do ex-secretário de Estado de Educação, Permínio Pinto, acerca dos desvios na Seduc, na esteira da Operação Rêmora, que respingam na imagem de Taques, considerando a acusação de o esquema ter sido planejado para supostamente pagar dívidas da campanha de 2014.
Borges assinala que "em discurso contraditório, Selma Arruda deu duas versões para o motivo do anúncio: um é pelo fato de ela não ter recebido o tempo do PSDB no horário eleitoral e o outro é devido a reportagem da Folha de São Paulo, que apontou que a delação de Alan Malouf e Permínio Pinto foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF)".
“Selma inventou factóides, pois concluiu que seria melhor ela se distanciar de palanque de partidos tradicionais para tentar diminuir o desgaste e fortalecer o discurso radical sintonizado com o presidenciável Bolsonaro. Precisava, então, encontrar uma justificativa para o tiro não sair pela culatra e usou a discordância sobre rateio do tempo de TV para fazer o estardalhaço”, disse Paulo Borges.
De acordo com ele, Selma passou a exigir espaço igualitário, mesmo o seu partido não somando nem um segundo para a coligação, enquanto o PSDB, de Nilson Leitão, somava 42 segundos, do total de 1m39s, o que no entendimento da coligação, não era justo fazer a repartição de maneira igualitária.
“Sempre que teve a oportunidade, a Selma traía politicamente todos os companheiros, pois com uma política sorrateira, somente queria o tempo de TV, mas não queria estar ao lado de todos que eram companheiros dela”, afirmou.
Paulo Borges também disse que ela se mostrou oportunista ao dizer que a suposta delação de Alan e Permínio no STF, divulgada pela Folha de São Paulo eram motivos para o rompimento.
“A juíza desse caso era ela, e ela já deu várias entrevistas dizendo que nunca encontrou fatos que incriminassem o governador e o Nilson. Pelo visto, enquanto lhe convinha eles eram inocentes, quando não lhe convém, são culpados, assim coloca em dúvida todo o período em que a Selma era juíza”, rebateu.
Piada
Paulo Borges também classificou como piada a insinuação de Selma de que a candidatura do Procurador Mauro teria sido uma articulação de Nilson Leitão.
“Ela deveria ter medido a dose das mentiras, o Nilson nem conhece o Procurador e não teria interesse nenhum em colocar no pleito um candidato que já aparece na frente das pesquisas inclusive dele, é para rir mesmo”, finalizou.
Com Assessoria

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