Rafaela Maximiano - Da Redação
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (30) que “nada justifica a tentativa de ato terrorista” em Brasília, quando um homem plantou um explosivo em um caminhão de combustível perto do aeroporto da capital federal.
Bolsonaro abriu uma live, depois de semanas longe das transmissões ao vivo, para fazer um balanço de seu mandato, que termina no sábado (31). Disse que não tem participação em atos antidemocráticos em frente aos QGs do Exército e fez críticas ao presidente eleito, uiz Inácio Lula da Silva.
Confira outros pontos abordados na live:
- Se queixou de que atitudes de violência política no país são sempre atribuídas a “bolsonaristas”. (No entanto, o homem preso pela bomba, relatou à polícia que participou de atos antidemocráticos realizados por apoiadores do presidente. Disse ainda que sua intenção era iniciar o “caos” e que agiu por motivação política. A bomba não chegou a explodir)
- “Hoje em dia, se alguém comete, um erro é bolsonarista. Nada justifica, aqui em Brasília, essa tentativa de ato terrorista na região do aeroporto”, afirmou o presidente.
- O presidente também comentou os acampamentos de apoiadores em frente a quartéis-generais do Exército em cidades do país. Para Bolsonaro, as manifestações são espontâneas e não são lideradas por ninguém. Ele afirmou que não tem participação nos atos. “Eu não participei desse movimento. Eu me recolhi”, afirmou.
- Para Bolsonaro, "o governo Lula já começa capenga”. O presidente argumentou que seu sucessor terá dificuldades com um Congresso “mais conservador e que parcelas da população que votaram em Lula agora estão arrependidas".
- Bolsonaro também disse que buscou “dentro das quatro linhas da Constituição”, uma forma de questionar o resultado das eleições. Segundo ele, não teve apoio para isso, e por isso não conseguiu levar a ideia adiante.
- “Mesmo dentro das quatro linhas temos que ter apoios. Alguém acha que é pegar uma caneta BIC e assinar?”, questionou o presidente. “Agora, certas medidas têm que ter apoio do parlamento, de alguns do Supremo, de outros órgãos, de outras instituições”, disse Bolsonaro.
- “Sei que muita gente me critica por isso. Mas eu nunca saí das quatro linhas. Ou vivemos na democracia ou não vivemos. Ninguém quer isso aí”, completou.

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