Da Redação
Secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, em entrevista nesta sexta-feira (10), destacou os esforços do Governo para avançar no combate à pandemia do coronavírus - admitindo sérias dificuldades - tanto em relação aos equipamentos e remédios, além de quadro de profissionais da área.
Figueiredo assegurou a abertura de novos leitos de UTIs - assinalando que até o final do mês, serão 204 leitos de UTIs na rede estadual - incluindo apoio para municípios do interior.
O secretário citou a gestão da prefeitura de Cuiabá, também no trabalho que visa abertura de novos leitos (mais 30 UTIs).
Precisamos controlar, ao nível de assistência do SUS.
O secretário considerou o trabalho do Estado junto ao Ministério da Saúde, também para aquisição de medicamentos ao integrar licitação aberta pelo Governo Federal - na qual estados e municípios podem aderir e assim, garantir aquisição de medicamentos a preços controlados.
Gilberto Figueiredo considerou o colapso do sistema de saúde - com o avanço sistemático da covid-10 em Mato Grosso.
Também destacou os esforços do Governo do estado no sentido de amenizar esse cenário - e lembrou o envio para a Assembleia Legislativa, de projeto que prevê "conceder um adicional aos servidores da Saúde que atuam na linha de frente das unidades hospitalares que atendem casos de covid-19. A proposta visa evitar a perda destes profissionais para as clínicas e hospitais privados. A compensação, assim que aprovada, só terá validade enquanto durar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia", conforme o Executivo estadual.
"Não estamos de braços cruzados", disse o secretário, lembrando que na "atenção básica que é dos municípios – mas Governo está fazendo aquisição de R$ 9 milhões – para medicamentos para atendimento precoce de medicamentos. Vamos disponibilizar]] para tratamento precoce", informou.
Hospital de campanha
Hospital de campanha em Barra do Garças - é uma iniciativa que temos levantado junto ao MS, tem reserva indígena. Mas o próprio MS nos negou, não tem hospital de campanha. Se é díficl em Cuiabá profissionais da saúde, imagine no interior", considerou ao ressaltar que "hospital de campanha sozinho não traz solução".
Disse que "se o MS ajudar com profissionais", o Estado deverá buscar solução.
Considerou ainda que "eu sempre disse que o pior viria", destacando que no Estado a única maneira de contar o nível de contaminação é o isolamento social. "Não adianta ficar fecha, volta, fecha, volta. O coronavírus não vai desaparecer enquanto não tiver uma vacina", asseverando o risco de nova onda de coronavírus - num cenário em que não se venceu "nem a primeira onda".
"Precisamos controlar, ao nível de assistência do SUS", cravou ao lembrar que "na periferia de isolamento não tem nada".

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