Da Redação
Governador em exercício, Otaviano Pivetta, ao descrever o contexto de extrema dificuldade sobre as transferências de recursos a cargo do Governo Federal na esteira da promessa de liberação do FEX (Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações), disse que avanços também dependem de "sensibilidade política" - não sendo esse quesito o forte do ministro da Economia, Paulo Guedes.
Considerou na sua avaliação o cenário de aperto de cinto que é recorrente em todas as esferas: federal, estadual e municipal. "Eu sou muito cético nessa relação de Governo Federal com estadual, com municipal. Os entes federativos estão todos em situação muito difícil. A crise fiscal é federal, estadual, municipal".
Seguindo sua avaliação, em entrevista coletiva à imprensa recente, pontuou que "então não sou crente em transferência de recursos com facilidade não. A situação está muito difícil apesar do esforço do governador Mauro, do secretário Rogério Gallo, da nossa bancada, apesar de tudo isso eu só acredito vendo, porque não existe uma garantia legal. Esse negócio tem várias versões. Vai depender muito da sensibilidade política do Governo Federal e parece que não é o forte do ministro Paulo Guedes", cravou.
Emendou ainda que "eu só vou acreditar a hora que acontecer".
Regulamentação
Sobre os instrumentos para regulamentação da compensação do FEX - sendo matéria que tramita e está engessada na Câmara Federal, Pivetta observou que "eu defendo a criação de um mecanismo de compensação, mas que não precise essa humilhação, essa incerteza, esse drama que nós vivemos todo ano".
O governador em exercício considerou ainda que "defendo mais do que isso, que o Estado faça o dever de casa como estamos fazendo, o conserto da situação fiscal no Estado. Precisamos corrigir distorções e austeridade é a palavra".

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