Da Redação
Presidente da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), afirma que a primeira atividade nesta semana, após a interrupção feita no dia 26 de abril, será analisar a possibilidade de convocar empresários do setor de combustível e mineração para prestar depoimento.
A Assembleia Legislativa retoma, nesta quinta-feira (15), os trabalhos da CPI que investiga a suspeita de sonegação de impostos e renúncias fiscais indevidas nos diversos ramos dos setores produtivos em Mato Grosso.
“Estamos retomando as atividades após a Mesa Diretora providenciar a contratação de técnicos que possam nos auxiliar na análise de informações e dados colhidos nas investigações. A primeira reunião vai ter caráter administrativo. Analisaremos nomes que poderão contribuir com as investigações”, disse.
Uma das aprovações que deverá ocorrer na primeira sessão será a convocação do empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, conhecido como Júnior Mendonça.
Trata-se de um empresário do setor de combustíveis que expandiu atividades em Cuiabá nos últimos anos e ganhou notoriedade em razão de um acordo de colaboração premiada nos autos da Operação Ararath, deflagrada pela Polícia Federal em 2014 e que cumpriu 14 etapas em uma ampla investigação.
Antes de decidir pela interrupção provisória dos trabalhos no mês, a CPI colheu depoimentos do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo), Aldo Locatelli, representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria de Fazenda (Sefaz), Polícia Civil, Procuradoria-Geral do Estado (PGE), entre outros.
A CPI suspeita que o estado deixa de arrecadar R$ 2 bilhões por causa da sonegação de impostos e incentivos fiscais concedidos de forma fraudulenta. Além de Wilson Santos, compõem a CPI, os deputados Carlos Avallone (PSDB), Nininho (PSD), Max Russi (PSB) e Janaina Riva (MDB).
Com Assessoria

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