As atuações de conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), principalmente sobre negativas em processos licitatórios de prefeituras de Mato Grosso, tem levado um grupo de gestores a analisar reação na esfera judicial.
As alegações de prefeitos, segundo fonte municipalista, é de que o "todo poderoso" TCE por vezes estaria extrapolando competência - chegando ao extremo de atrapalhar certames e de quebra, interrompendo a implementação de projetos essenciais na via de prestação dos serviços públicos - sem plausível sustentação e relutância na aceitação de justificativas.
Os estudos de assessoria estariam sob renomados juristas, e como suporte nas argumentações, deve ser considerado as estruturas palacianas da Corte de Contas que consumirá no exercício 2019 em Mato Grosso a "bagatela" de R$ 352 milhões junto ao orçamento do Estado.

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