Em véspera de eleição, a pergunta que não se cala em relação à greve deflagrada pelo Sintep-Cuiabá, apesar dos insistentes pedidos da prefeitura sobre manutenção de diálogo, é até onde vai o tom político...
Nesta terça-feira (2), chamou a atenção a fraca mobilização de representantes da categoria, em frente ao Palácio Alencastro, distante de outros tempos de greve que chegava a reunir centenas de trabalhadores da educação.
Em tempo, o Executivo pontua que "dos nove pedidos apresentados pelos professores, apenas o reajuste salarial de 7% não foi acordado", uma vez que extrapola os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) do município - sendo reiterado o alerta do prefeito Emanuel Pinheiro, que ofereceu acréscimo de 6,03% - recusado pelo sindicato.
Pra piorar o cenário "eleitoral", tem vereador na Câmara de Cuiabá utilizando o movimento como "palanque", ao invés de assinalar "oposição responsável".

Valdirene Assoni disse:
02 de OutubroO prefeito só não divulga que exclui dessas porcentagens oferecidas os profissionais contratados, a equipe gestora e todos os que estão fora da sala de aula, como os readaptados de função, quem está de licença maternidade... Isso o prefeito não divulga.
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