Da Redação - FocoCidade
O alto índice de abstenções nas eleições, em ordem crescente em pleitos mais recentes, coloca em xeque a capacidade da classe política para reverter esse quadro e pode influenciar no pleito.
Analista político Alfredo da Mota Menezes considera que essa seara deverá influenciar nas eleições do Estado, e questiona "quem se beneficiaria com altas abstenções".
A título de exemplo, as eleições de 2016 em Cuiabá contabilizaram no segundo turno 41,03%, somados percentuais de abstenções, votos nulos e brancos. No pleito geral de 2014 em Mato Grosso, a abstenção pontuou 25,43%, acima da média nacional de 21,10% no período. No primeiro turno, a abstenção somou 22,91%.
“Vejam os casos do Amazonas 43% e do Tocantins 52% de abstenção, nulo e branco. Até em Mato Grosso esse fenômeno vem crescendo nas últimas eleições”, assinalou.
Menezes acentua ainda o contexto nacional. “Claro que é descrença da população. Veja o caso do Temer: economia até OK se comparada com os momentos de Sarney e Collor. Temer é mais impopular que eles talvez pela bronca atual contra os políticos.”
Ponderação
“Com abstenção, branco e nulo lá em cima isso pode influenciar eleições. Quem, no caso de MT, na eleição para governador se beneficiaria com altas abstenções? Isso vai influenciar a eleição sim.”

Ainda não há comentários.
Veja mais:
IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025
TJ: reserva para moradia não impede penhora em caso de dívida
Suspensão indevida do seguro: TJ manda indenizar por roubo
TJ decide: venda sob pressão anula contrato e gera indenização
O Agro além do Mito!
Os desafios do aluguel por temporada X falta de segurança e sonegação: o custo invisível para a sociedade
Exclusividade Fotográfica em Formaturas: Entre a Organização do Evento e os Direitos do Consumidor
INSS terá fila nacional para reduzir tempo de espera
Software: TJ mantém bloqueio de conta de jogo eletrônico
Estado anuncia redução do ICMS da cesta básica em 2026