Da redação
Edgar Ricardo de Oliveira, suspeito de fazer parte da chacina no em um bar no município de Sinop, que deixou sete mortos, entre eles uma menina de 12 anos, e, foi preso nessa quinta-feira, 23, ao se entregar é um "CAC", colecionador, praticante de tiro esportivo ou caça, e ostentava armas nas redes.
Com antecedente de violência doméstica, especialistas afirmam que ele não poderia ter registro ou ter arma de fogo.
Uma alteração da lei Maria da Penha, sancionada pelo governo Bolsonaro em 2019, determina que seja verificado pela polícia se o agressor possui registro de arma de fogo e, em caso positivo, seja determinada imediatamente a apreensão da arma.
O número de registros para CACs disparou durante o governo Bolsonaro. Segundo dados levantados pelo Instituto Sou da Paz junto ao Exército via Lei de Acesso à Informação, o número saltou de 350 mil em 2018 para 1,2 milhão ao fim de 2022 – crescimento de 259%.
O país é dividido em 12 regiões pelo Exército, e a que compreende Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foi a segunda do país em crescimento percentual de registros de novos Cacs: aumento de 626%, de pouco mais de 8 mil em 2018 para 65,3 mil em 2022.
A região do país que registrou maior crescimento de CACs foi a que compreende Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, com crescimento de mais de 1043%, de 2.600 armas para 30,2 mil.
O acusado já está na Penitenciária Central do Estado (PDE), em Cuiabá, depois de ter sido transferido, nesta sexta-feira (24), do Presídio Osvaldo Florentino Leite (Ferrugem), em Sinop. A transferência foi realizada por equipe do Serviço de Operações Penitenciárias Especializadas (SOE).
(Com informações PJC-MT e Instituto Sou da Paz)

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