Da Redação
“Não tenho dúvida de que Carlos Fávaro vai fazer um trabalho exitoso na defesa não só do agronegócio brasileiro, mas, sobretudo, também na agricultura familiar, permitindo que o Brasil seja esse grande produtor de alimentos para abastecer não só o Brasil, mas o mundo."
A afirmação foi feita pelo senador Jayme Campos (União), ao participar, na segunda-feira, 2, da solenidade de posse do novo ministro da Agricultura e Pecuária - acentuando a missão de Carlos Fávaro de buscar "unir o agronegócio".
Jayme Campos que se declara "independente" no Senado - tem assinalado nos últimos dias entendimento de que o país "precisa buscar a união".
Em relação ao ministro da Agricultura, considerou que "o colega Carlos Fávaro tem todo preparo suficiente” para realizar um trabalho que permita o aprimoramento da agricultura e da pecuária nacional, hoje baseada no desenvolvimento de tecnologias, e garantir o avanço da produção de alimentos para cumprimento da proposta de combate a fome no país.
Ele lembrou que antes de chegar ao Senado Federal, o ministro empossado Carlos Fávaro foi presidente da Associação de Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), foi vice-governador de Mato Grosso e secretário de Meio Ambiente.
“Esperamos que possamos não só aumentar a nossa a nossa produtividade, mas, sobretudo, a sustentabilidade. E tudo isso recai, certamente, nas políticas públicas que vão ser adotadas pelo Governo que assume agora”, frisou.
Produtor rural e pecuarista, o senador Jayme Campos considerou ainda que o senador escolhido por Lula para o MAPA “tem a competência suficiente pra fazer também a interface, os segmentos produtivos do Brasil", já que uma das missões de Fávaro será unir o agronegócio. Com isso, segundo ele, "ganha não só Mato Grosso, mas o Brasil tem a ganhar".
Entre os representantes do setor produtivo presentes estavam o presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Marcio Lopes de Freitas, o vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário Schreiner, o diretor superintendente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), Júlio Minelli, o diretor-executivo da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel, João Henrique Hümmel, e o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara.
Também presentes o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel, o presidente da Embrapa, Celso Moretti, a presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Teka Vendramini, o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros, o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi, o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul, André Dobashi, e o presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Eraí Maggi.
Jayme Campos lembrou, durante a posse de Favaro, que Mato Grosso hoje é o campeão na produção nacional, maior produtor de soja, de algodão, de milho e ainda detém o maior rebanho bovino; enfatizou que os produtores mato-grossense já demonstraram sua eficiência da porteira pra dentro e que “tem a capacidade suficiente da gestão pra fazer com certeza uma agricultura forma sustentável, uma agricultura competitiva”.
“O que nós precisamos – disse o senador – é aprovar os projetos de lei que hoje se encontra nos no Congresso Nacional para minimizar naturalmente as dificuldades”. Ele citou como exemplo o trabalho pelo desenvolvimento da infraestrutura. Numa ação integrada, ele defendeu a conclusão e avanço do modal ferroviário e melhorias no transporte rodoviário, citando as BRs 163, 174 e 158, além da 242. “Com isso, não tenho dúvida que o Mato Grosso continuará da nossa alegria e contribuam sobre a maneira com a nossa balança comercial”, acentuou.
Com Assessoria

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