Da Redação
A prefeitura de Cuiabá informou na manhã deste domingo (6) que "não há interdição no trânsito" - decorrente das manifestações de um grupo de inconformados com o resultado das eleições 2022 - segundo turno, que cravou a derrota do presidente Jair Bolsonaro.
Em tempo, os atos são considerados ilegais por especialistas em Direito Constitucional - já que atacam a Democracia e pedem intervenção militar.
No sábado (5), comboio de caminhões de municípios do interior chegou em Cuiabá - e houve uma via parcialmente interditada na cidade - conforme informações da gestão do município.
Já hoje, o fluxo de trânsito está normalizado - ainda de acordo com a Semob - Secretária de Mobilidade Urbana.
Confira a nota na íntegra:
A Secretária de Mobilidade Urbana (Semob) informa que:
- Neste momento, não há na cidade nenhuma interdição no trânsito decorrente das manifestações.
- Os manifestantes continuam reunidos nas proximidades da 13ª Brigada do Exército, mas sem a necessidade de suspensão do fluxo de veículos no local.
- Nas primeiras horas deste domingo (06), o trânsito na região da Avenida do CPA foi interrompido parcialmente, por conta da Corrida da Polícia Militar “Homens do Mato”.
- Todavia, após o término do evento esportivo, as pistas já foram totalmente liberadas.
- A Semob segue monitoramento as situações relacionadas ao trânsito da Capital e pronta para colaborar na garantia da mobilidade das vias urbanas.

Ainda não há comentários.
Veja mais:
O Mapa da Vida Longa até os 90 anos com saúde
TJ manda plano custear acompanhamento terapêutico escolar
Pesquisa: cesta básica recua na terceira semana de janeiro
O Brasil e o mundo para 2026: ordem global e caos interno
O despertar do Santo Graal: Por que buscamos fora o que só pode ser encontrado dentro!
Janeiro Branco: a solidão da mulher madura — invisibilidade ou oportunidade?
CNU2: resultado preliminar das vagas reservadas já pode ser consultado
PC confirma prisão de mulher acusada de integrar facção em MT
Operação da PM derruba garimpo irregular em zona rural
IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025