Da Redação
"Eu vejo com muita preocupação, até porque a cidade que foi mais penalizada foi Várzea Grande", cravou o prefeito do município, Kalil Baracat (MDB) - ao ser questionado sobre a decisão do Tribunal de Contas da União que suspendeu o andamento do processo para concretização do modal BRT - em substituição ao VLT.
Em evento na noite de ontem (9), em VG, com a presença do governador Mauro Mendes (UB), que também asseverou entendimento de que o Estado confia numa nova interpretação do TCU por meio da defesa do Governo, Kalil foi mais além sobre o tema.
O prefeito observou, por exemplo, prejuízos gerados na cidade com o fechamento de empresas. "Várias empresas foram fechadas e Várzea Grande foi a maior penalizada".
"Eu sempre tive um discurso que eu queria que resolvesse, não importava se VLT ou BRT. E depois que estudamos a questão técnica do BRT, a rapidez de execução, o custo-benefício para o usuário do transporte público, seria mais viável para nós hoje o BRT. Então eu optei por apoiar o BRT, agora o que nunca deixei de dizer, que Várzea Grande não pode estar pagando esse preço alto que vem pagando", acrescentou.
E acentuou: "se o governador definiu pelo BRT e é o mais rápido, que será mais atrativo para o usuário, porque essa mobilidade vai interferir direto em Várzea Grande, eu optei pelo BRT. E agora a gente quer que resolva".

Ainda não há comentários.
Veja mais:
Lula diz que salário mínimo é baixo, mas aponta importância de direito
TJMT mantém pena por transporte ilegal de agrotóxicos
Justiça crava: plano de saúde deve custear mamoplastia
PF deflagra Operação Escudo Digital em Mato Grosso
O Mapa da Vida Longa até os 90 anos com saúde
TJ manda plano custear acompanhamento terapêutico escolar
Pesquisa: cesta básica recua na terceira semana de janeiro
O Brasil e o mundo para 2026: ordem global e caos interno
O despertar do Santo Graal: Por que buscamos fora o que só pode ser encontrado dentro!
Janeiro Branco: a solidão da mulher madura — invisibilidade ou oportunidade?