Abriu-se campo de debate no grupo de WhatsApp do FocoCidade - hoje (3), em relação à promessa do ex-presidente Lula de intervir na Petrobras - se eleito for - para assegurar redução no preço dos combustíveis.
Em reportagem do G1 - trecho pontua que "o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva escreveu em sua conta no Twitter nesta quinta-feira (3), ao comentar os preços de combustíveis praticados pela Petrobras, que "não pode enriquecer o acionista [da estatal] e empobrecer a dona de casa". Lula disse ainda que, em um eventual governo seu, não vai manter o preço da gasolina dolarizado".
Assim - o economista Fernando Henrique da Conceição Dias avaliou que "essa decisão da paridade internacional começou no próprio governo Dilma. Hoje se mostra desastrosa principalmente para economia doméstica. Não é tão simples chegar e propor o fim da PPI. Mas é válido. Acredito que o Lula quis fazer mais uma manchete. Se colocar como diferente do Moro por exemplo que propõe uma privatização. É uma medida valida, porém não é fácil.
Considerou ainda que "mas o que fica evidente que os rumos do 'pensar' economia devem ser diferentes no próximo governo. A cartilha Paulo Guedes falhou. Já era ... Nem o mercado nem a política acreditam no super ministro mais. Muito fraco".
Debate
No contexto das análises, o advogado tributarista, Carlos Montenegro, assinalou que "gostaria apenas de saber como o candidato Lula faria para desdolarizar o preço dos combustíveis se o mercado internacional é dolarizado. A variação cambial seria jogada na conta de despesa ou perdas da Petrobras ? Só tenho essa dúvida".
"Esse é o raciocínio. Não é uma tarefa das mais fáceis", observou Fernando.
Gabriel Lucas Scardini Barros acentuou - no âmbito nas avaliações, que "qualquer sinal de intervenção no preço da gasolina, derruba as ações da Petrobras e deixa a companhia a mercê de questionamentos dos acionistas, principalmente daqueles que negociam a empresa na bolsa de NY. Trata-se de um grande desafio".
E o advogado Huendel Rolim, em tom de brincadeira, cravou - dando menção nas entrelinhas ao apelido dado pelo presidente Jair Bolsonaro a Guedes de "nosso posto Ipiranga": "ele vai perguntar lá no Posto Ipiranga, amigo".

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