Eluise Dorileo
Nesse momento de pandemia em que estamos perdendo familiares e amigos queridos sem poder se despedir, é muito cruel. Não vivemos o luto como deveria ser.
Precisamos entender que nesse momento os sentimentos de barganha, negação, raiva e tristeza fazem parte do luto pela tristeza das perdas que estamos vendo e vivendo.
Primeiro negamos. Não conseguimos acreditar no que está acontecendo que de fato aquela pessoa morreu. Depois vem o sentimento de raiva e algumas pessoas se revoltam contra o mundo e se questionam por que aconteceu comigo?
Depois vem a fase da barganha e que nos prometemos ser melhores para compensar o problema. Em seguida, somos vencidos pela depressão. Em que o mundo parece desabar em melancolia e tristeza e algumas pessoas pensam até em tirar a própria vida.
E por fim vem a aceitação. Quando o desespero acaba e começamos a acordar para a realidade e nos preparamos para enfrentar os fatos.
Em todas as fases surge a ansiedade. Alguns em grau mais elevado que a tornam um transtorno de ansiedade.
Temos que tentar nos manter no centro buscando o equilíbrio mudando nossa frequência energética, postura diante da vida e tempo de se reprogramar, tempo de mudança interna. Só assim seremos capazes de atravessar essa pandemia.
Há 100 anos tivemos uma pandemia: a gripe espanhola e muitos de nossos ancestrais atravessaram e sobreviveram a ela.
Trazemos no nosso DNA essa informação precisamos acessá-la através do centramento.
Necessitamos adquirir novos hábitos como uma caminhada, bons livros, descobrir algo novo pode ser simples. Escutar música, pintar, jogar, evitar notícias que só falam do vírus.
Precisamos nos alimentar de pensamentos positivos, algo belo.
Por exemplo, nessa pandemia resolvi fazer uma pequena horta e já vi as plantinhas crescerem. Isso faz bem. Arrumar nossas gavetas, armários... até descobrirmos que a melhor companhia somos nós mesmo.
Temos vistos ações comunitárias de partilha isso enobrece o ser humano. Algumas pessoas são mais rígidas em sua personalidade não se permitem o novo devido ao seu sistema de origem. Só podemos nos adotar a uma nova situação se fomos flexíveis a mudança.
Acredito que o ser humano e capaz de mudar, criar e fazer deste mundo melhor.
Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

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