Da Redação
Governador Mauro Mendes (DEM) anunciou há pouco o resultado de reunião entre chefes de Executivos dos estados com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello: "vou divulgar no meu Estado, que nós vamos chegar até junho deste ano com praticamente 50% da população brasileira vacinada".
Recentemente, no Senado, a promessa de Pazuello é de que dentro da programação do Governo Federal, a meta é vacinar a maioria da população brasileira contra a covid-19 neste ano.
No encontro, Mendes acentuou a necessidade de se estabelecer critérios também sobre o apoio entre os estados em relação aos leitos de UTI - além de chamar a atenção para urgência de revisão sobre temas polêmicos como o "custo".
Confira principais pontos destacados por Mendes - conforme pontuado nas redes sociais:
Pra mim ficou claro, o senhor apresentou tabela (preços) e para honrar que o Ministério já assinou contratos temos duas instituições muito sérias no Brasil que é o Instituto Butantan e a Fiocruz. Além de pormenores saio tranquilo da reunião que aquilo que está sendo apresentado hoje – salvo problema de transporte internacional – nós vamos chegar até junho deste ano com praticamente 50% da população brasileira vacinada.
Então para mim é dado, e vou divulgar com base no que o senhor apresentou hoje para o meu Estado. Estou muito satisfeito com o que ouvi.
Mendes destacou seu acompanhamento – aos demais governadores – de que é necessário construir um critério. O senhor disse que está discutindo novo critério e eu só gostaria de apresentar objetivamente uma sugestão, porque todos os estados brasileiros monitoram a sua taxa média de ocupação de UTI. Isso é um dado nacional, então quem tiver, por exemplo, até 85% contribui com 5%, e que estiver acima de 85% para de contribuir.
Quem passou de 95% (UTI) passa a receber essas vacinas dentro dessa metodologia e desse acompanhamento que o Ministério já faz hoje objetivamente.
E sobre os leitos de UTIs ministro, também acho que tem que ser leito habilitado, porém, eu concordo que temos que revisitar esse tema porque o Ministério não deixa de ter um pouco de razão, porque você tem lá a equipe – mas se um leito não está sendo ocupado ele não usa medicamentos que é um dos itens hoje mais caros. Então não podemos pagar. Claro que diante das circunstâncias que vivemos hoje não temos o poder de negociar isso com médicos e empresas, mas acho que esse tema merece revisão e concordo com o Wellington para remeter (para órgãos que possa revisar) – para tentar construir proposta com posição mais técnica.

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