Da Redação
Por meio de nota, há pouco, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) assinala que irá analisar a decisão da Justiça que determinou que Cuiabá e Várzea Grande adotem quarentena coletiva - a partir do dia 25 - considerando ação interposta pelo Ministério Público.
O gestor ressalta que a prefeitura anunciaria novas medidas acerca das ações no combate à pandemia do coronavírus.
Na manhã de hoje, em nova rodadas de debates entre as prefeituras da Capital e de Várzea Grande, houve consenso sobre a edição de "decreto único" - mas respeitando "realidades diferentes".
Ocorre que apesar do endurecimento de ações nas referidas cidades, entendimento do MP, além de sindicatos de categorias da saúde e entidades, é de que seria necessário o "lockdown" - para conter a onda avassaladora de covid-19 em Mato Grosso - que conforme boletim da saúde de Mato Grosso, ceifou oficialmente 394 vidas até a tarde desta segunda-feira (22).
Confira a nota na íntegra:
A Prefeitura Municipal de Cuiabá informa que irá analisar a decisão judicial expedida às 21h21, da noite desta segunda-feira (22), pelo magistrado titular da Vara Especializada da Saúde Pública de Mato Grosso, José Leite Lindote. A liminar foi concedida em atendimento à solicitação do Ministério Público Estadual.
Segundo a decisão, Cuiabá e Várzea Grande devem adotar quarentena coletiva obrigatória por 15 dias, período que pode ser prorrogado em caso de reavaliação. Devem ainda implementar barreiras sanitárias, para triagem de entrada e saída de pessoas, permitindo apenas a circulação de quem exerce atividades essenciais e manter apenas os serviços públicos essenciais, exceto salões de beleza e barbearias e academias. As determinações constam do artigo 5º do Decreto Estadual nº 522/2020 e devem ser cumpridas a partir do dia 25 de junho. O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, irá se pronunciar quanto à decisão em breve.
Na tarde de hoje (22), a Procuradoria Geral do Município protocolou minuta de decreto em que o Executivo previa adoção de uma série de medidas como o toque de recolher que teria seu horário ampliado das 20h às 5h, a partir do dia 24 de junho até 12 de julho.
Quanto ao transporte coletivo, a proposta era de manutenção de até 70% da frota de ônibus do transporte coletivo municipal no período entre as 5h às 20h. Após esse horário, o sistema funcionaria com até 30% da frota de ônibus, para fins de atendimento exclusivo dos profissionais que exercem as atividades essenciais.

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