Bruno Vicente - Sicom
O prefeito Emanuel Pinheiro declarou "estar satisfeito com os resultados apresentados nos primeiros dias de aplicação do decreto que regulamenta regras de isolamento social dentro dos condomínios horizontais e verticais instalados em Cuiabá". Segundo o gestor, apesar de áreas particulares, a aplicação das recomendações do Município tem acontecido sem complicações dentro das estruturas.
“Estamos satisfeitos que essa medida esteja tendo uma aceita muito boa. De certa forma, isso até nos surpreendeu. Mas, é importante que continue caminhando bem, com todos fazendo a sua parte e tendo responsabilidade com as medidas de biossegurança. Isso é preparar a cidade como um todo”, relatou o prefeito.
Válido por 45 dias, o decreto nº 7.920 estabelece uma série de ações que podem ser adotadas pela administração de cada condomínio, a fim de conter a aglomeração de pessoas dentro de seus espaços e contribuir no combate a proliferação do contágio do novo coronavírus (Covid-19). Também ficou determinado o uso obrigatório de máscaras pelos condôminos, funcionários, colaboradores, visitantes e prestadores de serviço.
O chefe do Executivo explicou que, na Capital, existem aproximadamente 440 condomínios verticais e horizontais. Ele destacou ainda que, com o decreto, a intenção do Município não é a de “invadir” propriedades privadas, como foi falsamente propagado em redes sociais, mas sim garantir que, em um momento adverso, o interesse coletivo se sobreponha sobre o indivídual, assim como é assegurado na Constituição Federal.
"Somos todos uma só Cuiabá e temos que fazer a nossa parte. Quem está dentro dos condomínios pode se infectar e trazer o vírus para fora, da mesma forma que ao contrário também pode acontecer. Então a regra é uma só. Por isso, preparamos um decreto com regras específicas para esses locais, para serem normatizadas dentro de cada uma dessas estruturas pelos seus síndicos e subsíndicos", justificou.
Pinheiro relatou ainda que a decisão foi tomada após constatar que, dentro dessas estruturas, uma grande parte da população continuava desenvolvendo uma série de atividades como se a cidade não estivesse enfrentado uma pandemia. “Muitas pessoas estavam agindo como se a Covid-19 só existisse do muro para fora. O que queremos é cada um dos síndicos e subsíndicos sejam como o prefeito do condomínio e estabeleçam essas regras em comum acordo com os condôminos”, pontuou Pinheiro.

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