Da Redação
Depois de o governador Mauro Mendes (DEM) responder às críticas da Fiemt - Federação da Indústria do Estado de Mato Grosso sobre o projeto dos incentivos fiscais, e pontuar parcela de culpa pelo caos nos cofres públicos ao presidente, Gustavo de Oliveira, a entidade revidou.
Por meio de nota, a Fiemt diz que lamenta a "personificação" assinalada pelo chefe do Executivo do Estado - ao se referir diretamente a Gustavo de Oliveira - sendo que o mesmo representa o setor da indústria.
A Fiemt destaca que "não podemos perder o foco do que precisa ser debatido, que é o futuro do desenvolvimento de Mato Grosso, o apoio à industrialização, à geração de empregos e ao crescimento econômico. Qualquer coisa fora disso não contribui para o processo".
Mauro Mendes atribuiu ao presidente da Fiemt parte da responsabilidade pelo caos financeiro nos cofres públicos, já que ele ocupou o comando da Secretaria de Estado de Fazenda - Sefaz, na gestão Pedro Taques.
O governador acentuou o tom da resposta às críticas, considerando um extensa lista de problemas no Estado - sendo segundo ele, culpa de uma administração que "quebrou" o Estado. Vale lembrar que Mauro Mendes assumiu o Governo com déficit de aproximadamente R$ 4 bilhões.
Confira a nota na íntegra:
"A diretoria da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) lamenta a personificação dada pelo governador Mauro Mendes à discussão sobre os incentivos fiscais, demonstrada em comentários pessoais direcionados ao atual presidente desta casa, Gustavo de Oliveira.
Os posicionamentos públicos do presidente da Fiemt refletem o entendimento dos 64 membros da diretoria da entidade, que representa 38 sindicatos empresariais da indústria e que já foi presidida pelo atual governador.
Não podemos perder o foco do que precisa ser debatido, que é o futuro do desenvolvimento de Mato Grosso, o apoio à industrialização, à geração de empregos e ao crescimento econômico. Qualquer coisa fora disso não contribui para o processo."
FIEMT | Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso
Cuiabá, 02 de julho de 2019

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