Pleno do Tribunal de Justiça (TJ-MT) julgou improcedente processo contra o juiz Flávio Miraglia, acusado de vender sentença no Estado.
Entre os votos que arquivaram o processo consta o do presidente do TJ, desembargador Rui Ramos.
Em tempo, se fosse condenado, restaria a “aposentadoria compulsória”, defendida no Judiciário, mas que em outros estados, como no Maranhão, costuma ser questionada em ações a cargo do Ministério Público – o que não é comum em Mato Grosso...
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