Governador eleito Mauro Mendes (DEM) já sabe que a redução do duodécimo dos Poderes e órgãos não deve ocorrer, partindo da reação negativa já posta.
Mendes assim, analisaria, conforme interlocutores, optar por uma "engenharia" utilizada no Governo Blairo Maggi, seguindo o sistema de manutenção dos valores reais - e pontuada correção posterior conforme "arrecadação e sobra de caixa" - os chamados repasses adicionais seguindo crescimento de receita.

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