
Deputado Max Russi, que integra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura denúncias de irregularidades nos empréstimos consignados aos servidores públicos, sugeriu na condição de suplente, que os membros da comissão solicitem ao Ministério Público Estadual e Federal dados apresentados por delatores durante investigação sobre a existência de esquema criminoso de propina na gestão anterior do Governo do Estado.
Em reunião, a CPI cumpriu os requisitos regimentais restantes para a conclusão de sua instalação e aprovou requerimentos de pedido de informações.
Os pedidos de informações serão encaminhados aos bancos Daycoval, Banco do Brasil, Cruzeiro do Sul, Sicredi, Olé e Panamericano. A CPI deseja saber qual a relação das instituições com o Governo do Estado, a empresa que faz a intermediação dos empréstimos e os servidores públicos estaduais.
Também será enviado ofício ao cartório distribuidor, para que comunique a quantidade de processos envolvendo contratos de empréstimos consignados firmados com servidores públicos do Executivo estadual.
Durante a reunião foram aprovados ainda o Regimento Interno e o Plano de Trabalho da CPI. “Concluímos hoje a fase de aprovação de documentos administrativos, necessários para assegurar a legalidade da CPI, e também já aprovamos o envio de ofícios requerendo informações que consideramos fundamentais para as investigações. Dessa forma, estamos dando continuidade aos trabalhos de maneira célere”, declarou o presidente da comissão, deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB).
Maluf também reforçou a importância da contribuição dos servidores públicos, que podem encaminhar denúncias ou informações relevantes para o e-mail cpidosconsignados@al.mt.gov.br.
A CPI dos Consignados tem como relator o deputado Allan Kardec e como vice-presidente o deputado Adalto de Freitas. Também são membros os deputados Pedro Satélite e Gilmar Fabris, além dos suplentes Oscar Bezerra, Saturnino Masson, Dr. Leonardo, Janaína Riva e Max Russi. (Com assessoria)
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