Da Redação - FocoCidade
Prefeito Emanuel Pinheiro voltou a frisar, nesta quinta-feira (22), que irá provar na Justiça que o dinheiro recebido por ele, então como deputado estadual do ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa, Sílvio Corrêa, era proveniente de dívida de pesquisa de campanha realizada por seu irmão, o empresário Marco Polo, o Popó.
A resposta de Pinheiro se deu na leitura dos depoimentos da CPI que o investiga na Câmara Municipal, primeiro de Sílvio Corrêa e na quarta-feira, do ex-secretário de Estado de Indústria, Alan Zanatta.
"Entendo que a verdade está aparecendo, está se consolidando a cada trabalho da CPI. Vamos comprovar na Justiça que não temos nada com esse mar de lama", disse.
Em relação à acusação de Sílvio Corrêa, de que teria recebido propina, o gestor acentuou que "é claro que ele (ex-chefe de gabinete) vai ter que sustentar a versão (na delação), senão vai ser preso".
Dívida de campanha
Pinheiro disse que "existia uma relação comercial. Há uma dívida com meu irmão (Popó) e desde 2011/2012 e meu irmão está executando ele (Silval) e isso ninguém havia falado. O próprio delator reconhece. O próprio ex-secretário já confirmou na gravação que fez espontaneamente. Essa que é a verdade que vai se confirmar", assinalou.
Em relação a sua possível participação na CPI, o prefeito disse que irá avaliar com sua assessoria jurídica.

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