Da Redação - FocoCidade
Na representação contra o promotor de Justiça, Mauro Zaque, na seara dos grampos ilegais, o governador Pedro Taques (PSDB) sustenta o crime de prevaricação. A defesa de Taques é feita pelo ex-chefe da Casa Civil, advogado Paulo Taques.
A representação foi encaminhada ao procurador-geral de Justiça, Mauro Curvo. O governador acusa ainda o promotor de ter fraudado documento público. Isso porque o número do protocolo de ofício que Zaque assegura ter entregue no Palácio Paiaguás, é segundo o governador, relativo a um processo da secretaria de Estado de Infraestrutra (Sinfra).
Antes desse suposto documento, com numeração duvidosa segundo o Governo, Zaque apresentou um primeiro ofício relatando possíveis grampos ilegais. Nesse aspecto, o governador pontua ter determinado remessa do documento para o Ministério Público a quem caberia investigar.
Taques desconhece o segundo ofício, que o promotor garante ter protocolado, e que baseia a tese de suposta “fraude” que teria sido cometida por Zaque.
As escutas ilegais tiveram suporte em autorização judicial na comarca de Cáceres, atendendo pedido da Polícia Militar argumentando investigação de organização criminosa de tráfico de drogas na região, com envolvimento de PMs.
Ocorre que na lista de supostos criminosos do mundo do tráfico, foram inseridos nomes de políticos, advogados, jornalistas e assessores entre outros.
Taques também ingressou com representação contra o promotor no Conselho Nacional do Ministério Público e ainda na Procuradoria Geral da República.

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