Mito é algo difundido no imaginário popular sem propriamente um compromisso com a verdade. Mas nem todos esses mitos permanecem nas histórias fantásticas. Muitas inverdades acabam sendo prejudiciais, inclusive, para o entendimento sobre diversos assuntos, como no trabalho terceirizado.
Por mais que a terceirização em uma indústria seja uma prática comum com ganhos na gestão e aumento da produtividade, muitas pessoas ainda têm certas dúvidas e receios e acreditam nos mitos que giram em torno desta solução.
Para Renato Pádua, gerente comercial da CWBem, esses mitos sobre a terceirização atrapalham a compreensão e causando confusão até mesmo em pessoas que ganham com a prática:
"O maior mito é que a terceirização prejudica o trabalhador. Como a empresa terceirizada é a responsável por cumprir todas as obrigações trabalhistas, quem é contratado para essas atividades não deixa de ganhar seu salário e muito menos suas garantias, como FGTS, INSS, férias e 13º salário. Não há qualquer tipo de penalização apenas pelo fato do trabalhador ser ou não terceirizado".
Qualquer empresa pode oferecer soluções terceirizadas
Esse é outro mito. Para poder contar com a terceirização, a empresa contratada tem que ser especializada, com capacidade técnica e operacional e, claro, que obedeça todas as normas de segurança e qualidade exigidas pela legislação:
"Existe toda uma legislação e, é um erro pensar que qualquer empresa pode oferecer esta solução, existem requisitos legais e tem ainda o fator experiência de mercado, que faz toda diferença."
Terceirização sai mais caro?
Outro mito que desaparece quando se considera todos os fatores que estão envolvidos. Renato lembra que a empresa contratante precisa, sim, pagar pela aplicação desta solução, mas, por outro lado, há economia com gastos de contratação direta e na gestão operacional:
"Estamos falando de gestão de encargos trabalhistas, situações de mobilização rápida, de afastamentos por emergências médicas e de férias, por exemplo. A terceirização traz economia de recursos enquanto evita problemas na gestão destes recursos e benefícios", completa o especialista.
Fonte: CWBem/Assessoria

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