Da Redação
Nesta sexta-feira (12), foi divulgada a portaria que reajusta em 3,71% os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acima de um salário mínimo, conforme publicação no Diário Oficial da União. O destaque dessa medida é o impacto no teto da previdência, que, seguindo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, terá um acréscimo de R$ 278,52.
Assim, o teto do INSS, que atualmente é de R$ 7.507,49, será elevado para R$ 7.786,01 em 2024. Este reajuste não apenas influencia os benefícios, mas também tem implicações nas contribuições para a Previdência Social. O INPC, utilizado como referência, também é aplicado para ajustar as contribuições, aumentando conforme o salário do trabalhador ativo. Isso significa que salários mais altos estarão sujeitos a alíquotas adicionais, elevando a contribuição previdenciária.
Vale ressaltar que os benefícios vinculados ao salário mínimo terão um aumento de 8,4%, passando de R$ 1.320 para R$ 1.412. Essa variação segue a política de correção aprovada em agosto do ano passado, que inclui a reposição da inflação pelo INPC do ano anterior, somada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
O decreto com o valor do salário mínimo, que representa a maior parte dos benefícios da Previdência Social, foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de dezembro. Os pagamentos dos benefícios de janeiro pelo INSS iniciarão no final do mês, com depósitos programados entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro para quem recebe um salário mínimo e entre 1º e 7 de fevereiro para aqueles que recebem acima do mínimo.
(Com Agência Brasil de Notícias)
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