Da Redação
Empresas no ramo de bebidas alcoólicas estão na mira de mais uma operação integrada no Estado, na esteira da "sonegação fiscal".
Nos cálculos da Fazenda e polícia, com atuação do Ministério Público, os valores sonegados podem superar a cifra de R$ 2 milhões.
"A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, Ministério Público Estadual e Secretaria de Estado de Fazenda, com atuação cooperada e integrada no âmbito do Comitê de Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), deflagraram nesta terça-feira (21) a Operação Ressaca para cumprimento de mandados de busca e apreensão e sequestro de valores contra investigados por falsidade ideológica, crime contra a ordem tributária, falsificação de produto alimentício e organização criminosa", ressalta o MPMT.
Operação - segundo o MPMT:
A operação é coordenada pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).
São cumpridos seis mandados de busca e apreensão e o sequestro de R$ 195.001,80 nas contas das pessoas e empresas investigadas. A operação tem o objetivo de aprofundar a investigação voltada ao combate à atuação de um grupo criminoso envolvido na falsificação de bebida e possível sonegação fiscal.
As investigações tiveram início a partir da documentação da Sefaz informando um esquema de sonegação fiscal no ramo de bebidas alcoólicas, por meio de expedientes fraudulentos para dificultar a detecção, fiscalização e cobrança de ICMS.
Em documentos analisados foi possível identificar aquisições efetuadas pelos investigados, que apontam a compra de insumos comuns na fabricação da bebida alcoólica uísque. Contudo, não há indícios de vendas desses produtos in natura. Com a discrepância verificada nos registros de saída e entrada, é possível que tenha ocorrido a comercialização desses produtos fabricados de forma clandestina.
A operação faz parte do planejamento estratégico de atuação da Defaz, MPMT e Sefaz, por meio do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), com foco na repreensão à sonegação fiscal no estado de Mato Grosso. A ação contou com o apoio da Sefaz, Procon Estadual, Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor, Politec e Delegacia Especializada de Combate à Corrupção.
Com Assessoria

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