Da Redação
O senador Jayme Campos (UB) considerou as ações validados pelo Congresso recentemente, pontuando sua opinião de avanços em relação a temas como a "RP9" - emendas de relator ao Orçamento da União - leia-se o orçamento secreto.
O parlamentar acentuou entendimento de que "não havia transparência" nesse modelo.
Ocorre que o Congresso aprovou no dia 16 deste mês o Projeto de Resolução (PRN) 3/2022, sobre critérios de distribuição das emendas de relator-geral do Orçamento, as chamadas emendas RP9.
"Aprovamos a RP9. O Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional. O que estava destinado para essa RP9, algo em torno de R$ 19,5 bilhões. O que ocorreu: deixou de existir, porque diziam e falavam de que não havia transparência. E eu concordo", cravou.
Assinalou que "quase R$ 10 bilhões, foram transferidos para as emendas individuais. Se um senador ou um deputado federal tinha R$ 25 milhões, agora terão R$ 60 milhões de emendas individuais, como também continuam as emendas de bancada".
O senador acrescentou por fim, nesse quadro, que "por outro lado outros R$ 10 bilhões que estavam previstos pelo Congresso para a RP9, foram destinados para os Ministérios, para fazer certamente os investimentos necessários e todos aqueles mais importantes, seja da parte social, seja da parte rodoviária, seja da parte educacional".
E asseverou: "da forma que eu acho, que estamos fechando o ano de 2022 com chave de ouro, aprovando todos os projetos que beneficiam a sociedade brasileira".

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