A vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e corregedora-regional eleitoral, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, recebeu a visita da ouvidora nacional da mulher no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), Tânia Regina Silva Reckziegel, nesta quarta-feira (05.10).
Entre outros assuntos, foi abordada a possibilidade de implantação da Ouvidoria da Mulher no âmbito da Justiça Eleitoral de Mato Grosso. A iniciativa já existe no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o objetivo de ser um canal de escuta, acolhimento e orientação de pessoas que se sintam vítimas ou tenham informações sobre casos de violência política ou assédio e discriminação pelo gênero no âmbito do TSE.
A ouvidora nacional da mulher no CNJ elogiou o TRE-MT por conter, em sua composição, duas mulheres, além da vice-presidência. Atualmente, a desembargadora Serly Marcondes Alves e a juíza Ana Cristina Silva Mendes ocupam as vagas de juízas-membro substitutas. Além disso, a juíza Ana Cristina também é a atual diretora da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT).
Segundo a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, o protagonismo de mulheres nas instituições públicas é fundamental para o avanço de pautas relacionadas ao combate à violência política de gênero. “Falamos tanto sobre a importância da participação feminina nos espaços de decisão, e para isso precisamos garantir que as mulheres tenham segurança para atuarem e sejam respeitadas nestes espaços”.
A reunião contou também com a participação do ouvidor eleitoral do TRE-MT e juiz-membro, Jackson Francisco Coleta Coutinho, e do também juiz-membro do TRE-MT, Abel Sguarezi.
Da Comunicação TRE

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