Da Redação
Levantamento divulgado nesta segunda-feira (27) pela prefeitura de Cuiabá aponta que "após a decisão judicial que determinou a quarentena coletiva obrigatória, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou autos de infração contra 92 estabelecimentos comerciais que descumpriram medidas previstas nos decretos que visam combater a proliferação da Covid-19, que somam R$ 81.365,60, entre 25 de junho e 18 de julho".
Segundo o balanço, "93% das multas foram no valor mínimo de R$ 609,03. O valor máximo aplicado foi de R$ 6.090,30, no caso de alguns estabelecimentos reincidentes".
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A maioria das fiscalizações (77%) ocorreu em horário comercial, principalmente em lojas de calçados e confecções, microempreendedores, barbearias/salões de beleza e lojas de eletrodomésticos, lojas de auto peças, bares, distribuidoras de bebidas, lanchonetes, clubes, lojas de utilidades e presentes, shopping centers, sorveterias. Houve ações fiscais também em administradora de cartão de crédito, escola, loja de ferragens e ferramentas, comércio de câmaras de ar, tapeçaria, comerciante ambulante, loja de brinquedos, pet shop, clínica médica, loja de cosméticos, motel, concessionária de veículos, loja de departamento, armarinho, academia, restaurante e loja de cama, mesa e banho.
No período da noite, entre 18h e 00h, foram registrados 13% dos autos de infração, a grande maioria contra bares e também em salões de beleza/barbearias, microempreendedores e uma mercearia. De madrugada, houve 10% das ações fiscais, contra lanchonetes, bares, distribuidoras de bebidas e posto de combustível.
As fiscalizações foram feitas em 44 bairros de Cuiabá, sendo que os que apresentaram maior incidência de atividades comerciais em descumprimento das regras para prevenção do contágio pelo coronavírus foram: Centro Sul, Centro Norte, Tijucal, Dom Aquino, Santa Izabel, Santa Rosa, CPA 2, Grande Terceiro e Jardim Imperial.
O secretário municipal de Ordem Pública, coronel Leovaldo Sales, afirma que os fiscais procuram de maneira paciente compreender o stress de muitos que estão cansados do isolamento social, “todavia estamos convencidos que a saúde e a vida são os bens que superam quaisquer argumentos contrários às ações fiscais”, afirma. “Vemos com preocupação que somente polícia, fiscalização e ordem judicial não têm sido instrumentos suficientes para convencer a população a ficar em suas casas e impedir o funcionamento do comércio das atividades não essenciais, mas vamos continuar com o mesmo ânimo que nos têm levado a todas as regiões da capital e convencidos da nossa essencialidade no combate a essa miserável pandemia”, conclui.
Com Assessoria

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