Rodrigo Furlanetti
A execução fiscal é o instrumento utilizado pelos representantes do governo a fim de exigir o pagamento de débitos fiscais.
Essa medida é extremamente gravosa, haja vista possível penhora de todos os bens existentes em nome da empresa.
De outro norte, é possível se antecipar para evitar prejuízos incalculáveis, aliado ao fato, de ter o nome inscrito no rol de devedores do Serasa e Spc.
Muitos contribuintes porém, deixam para última hora para tentar negociar seus débitos, mas, talvez não dê tempo.
É de bom alvitre posicionar, que o planejamento tributário é uma ferramenta valiosa que poderá reduzir o valor dos impostos e também salvaguardar os bens de futura penhora.
Nesse sentido, é recomendável não deixar os débitos fiscais sem controle, pois, como num passe de mágica, poderá ter a dor de ver seu dinheiro, automóvel e imóvel bloqueado pelo fisco.
Depreende importante salientar, a legislação dispõe de instrumentos jurídicos sólidos para blindar e que possa dormir tranquilo.
Do exposto, saber se defender adequadamente é uma necessidade cada vez mais vital para a sobrevivência das empresas.
Rodrigo Furlanetti é Consultor Tributário.
Ainda não há comentários.
Veja mais:
Turismo, empregos e renda
Operação Sentinelas da PC derruba facção em MT; 70 mandados
Gás gratuito: programa para baixa renda será lançado semana que vem
Holding Patrimonial: estratégia inteligente para gestão e proteção de bens
Secretaria de Fazenda alerta sobre autorização de notas fiscais eletrônicas
Crimes Digitais e a Juventude
Inteligência Artificial abre caminho para um novo ciclo no varejo
MP recorre e STJ mantém condenação de homem por embriaguez
Operação do Gaeco no setor de combustíveis aponta R$ 7,6 bi sonegados
População brasileira chega a 213,4 milhões em julho de 2025