Advogado Marcos Avalone confirmou acompanhamento em Cuiabá, no cenário da operação Porteira Aberta, deflagrada pela Polícia Federal hoje (10), sobre um fiscal com mandado de busca e apreensão, que segundo ele, não teria envolvimento com o foco das investigações.
A ação da PF “visa combater um esquema de pagamento de propinas a servidores públicos de fiscalização sanitária federal pela empresa investigada, para emitirem certificados sanitários sem terem de fato fiscalizado/inspecionado o abate de animais na empresa".
Avalone informou que o fiscal (com nome mantido sob sigilo) é aposentado desde 2017 – e que prestou depoimento, mas sem condução coercitiva, a título de colaboração com as investigações.

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