Da Redação
Em que pese a confiança do Governo de que a greve de parte dos trabalhadores da Educação possa ser encerrada em breve, tomando como base reunião de conciliação na Justiça, o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), assinala que a decisão depende de assembleia geral, marcada para a próxima sexta-feira (12).
O sindicado considera que "finaliza as tentativas de conciliações com o Governo, no Núcleo de Conciliação e Mediação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, nesta segunda-feira (08.07), com proposta de pagamento dos salários cortados condicionada ao fim da greve".
Ressalta que "sobre a Lei 510/2013 foi proposto um calendário de reuniões quadrimestrais para avaliação da arrecadação do estado e estudos de viabilidade para a integralização do recurso. A ata documentada na reunião será objeto da Assembleia Geral, no próximo dia 12, sexta-feira".
Segundo o presidente do Sintep-MT, "só a decisão coletiva delibera". Mas lembra que o fim da greve depende de propostas, e quem avaliará isso será a categoria. Valdeir antecipa que "não houve por parte do governo nada de imediato em relação a deliberações de percentuais ou datas para o cumprimento da lei 510/2013". “O que foi apresentado é a suspensão do corte de salários, mediante fim da greve, e reuniões para avaliação de receita”, diz Valdeir Pereira.
No documento, resultado da Mediação no TJMT, e que será protocolado no Sintep-MT, o Governo assume o compromisso de que os salários de maio e junho seriam repostos na modalidade de parcelamento, com 50% na folha de 26 de julho, e 50% em 26 de agosto, havendo fluxo de caixa poderão antecipar. Os salários de julho seriam pagos dentro da metodologia já adotada pela gestão Mauro Mendes, no dia 10 de agosto.
Com Assessoria Sintep-MT

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