Da Redação - FocoCidade
Ao representar o Governo de Mato Grosso na sessão solene de instalação da 1ª Sessão Legislativa Ordinária da 19ª Legislatura, na manhã desta segunda-feira, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, descrever os primeiros resultados de ações do Executivo, reforçou pedido de apoio aos Poderes Constituídos e órgãos, e mandou recado a um grupo de servidores que integram "ilhas de salários" - conforme descrito na Mensagem do governador Mauro Mendes (DEM).
"Não há espaço para servidores públicos para criar ilhas de salário. Na iniciativa privada um servidor que ganha R$ 3 mil e R$ 18 mil no Estado. Não há como comportar isso", avisou Cavalho na leitura do "recado" do Governo.
De posse de mapeamento sobre proventos de servidores públicos, o Governo tenta encontrar mecanismos legais para revisão sobre "alguns casos" que estariam extrapolando a folha - em desconformidades. Mas as eventuais alterações sobre essa tática também podem esbarrar em determinados casos no "direito adquirido" que respalda aumentos de funções em várias categorias.
A corrida pelo resgate do equilíbrio fiscal e financeiro, que segue o lema do Executivo, foi reafirmado pelo secretário, pontuando reconhecimento ao trabalho realizado no Legislativo, sob liderança de Dilmar Dal Bosco e por meio do presidente, Eduardo Botelho, que assegurou a validação ao pacote de leis.
"Com apoio da Assembleia Legislativa, do presidente Eduardo Botleho, do líder, Dilmar Dal Bosco aprovamos 5 projetos de lei para estabilizar a máquina pública. Estamos reorganizando os setores com enxugamento. Nossos desafios são inúmeros mas sabemos onde queremos chegar", discursou.
Assim, Cavalho também fez questão de asseverar a intenção do Governo de colocar o pagamento do salário do funcionalismo em dia - mas acentuando que isso não deverá ocorrer antes da garantia de fluxo financeiro - dependendo do andamento das medidas austeras implementadas no Estado - leia-se corte de secretarias e promesse de demissão de 3 mil servidores.
O secretário também assinalou prioridades sobre as áreas da saúde, educação e segurança pública.

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