Da Redação - FocoCidade
Governador Mauro Mendes (DEM) disse que, se for deflagrada greve no Estado, como está sendo analisado por diversas categorias do funcionalismo, o Executivo pode adotar a via da Justiça para assegurar os serviços à população.
"Existem passos que são absolutamente normais e naturais. Quando se tem uma greve e isso é histórico em qualquer movimento no Brasil que aquele que sofre o efeito da greve busque o Poder Judicário para fazer a intermediação e inclusive o julgamento em termos de ações ou até de legalidade da procedência."
Em que pese a reclamação de sindicalistas de falta de diálogo a cargo do Executivo, Mauro Mendes rebateu, hoje (25), em coletiva à imprensa, críticas frequentes ao destacar que o Governo abriu campo de entendimentos como todos os setores, inclusive com o funcionalismo.
Frisou, no entanto, que a capacidade de o Executivo resolver problemas acumulados que quebraram os cofres públicos, está atrelada diretamente ao desempenho do caixa estadual - sem mudanças substanciais até o momento.
Através da interlocução de um grupo de deputados na Assembleia Legislativa, servidores públicos, sob o Fórum Sindical, conseguiram avançar em alguns tópicos, como o "gatilho" de dois anos para pagamento da RGA (Revisão Geral Anual) e segurança sobre cumprimento de planos de cargos e carreira.
Mauro Mendes fez questão de destacar que o Estado reconhece os direitos dos trabalhadores públicos, mas precisa garantir fluxo financeiro para honrar os pagamentos - e que está empenhado em assegurar o resgate do andamento linear de Mato Grosso.
"Fizemos o tempo todo diálogo, dialogamos com servidores, com setores, e teve alguns entraves legítimos com os representantens, os deputuados. É preciso compreender uma máquina desse tamanho, são 100 mil servidores, secretarias. Temos poucos dias no nosso mandato e conseguimos mergulhar com muita clareza".
Destacou ainda que "estamos cumprindo o escalonamento. É muito lamentável (o atraso) e estamos trabalhando para mudar essa realidade. Fevereiro ainda não será possível. Vamos trabalhar no diálogo constante com servidores e vamos esclarecer. Tenho certeza que a maioria compreende que as medias são corretas".
Fethab
Sobre as modificações ao novo Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação), consideradas em emendas, Mauro Mendes destacou que ao final dos planos, a conta deve ser a mesma - ou seja, a arrecadação de aproximadamente R$ 1,5 bilhão/ano deve ser mantida.
"O montante previsto de arrecadação continua praticamente o mesmo. Houve mudança de alíquota, de mercado interno. No campo das despesas, mudanças foram sugeridas através de emendas e serão analisadas."

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