A Justiça Federal condenou o empresário José Carlos Dorte a dois anos de prisão em razão de “falso testemunho” no polêmico caso da ata fraudada em 2010, no curso das eleições – sob chapa liderada por Pedro Taques.
Na decisão, pontuada no dia 5 de setembro, o juiz Paulo Sodré – 7ª Vara da Justiça Federal, converte a punição em prestação de serviços.

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