Da Redação
O Governo de Mato Grosso divulgou levantamento na área da Saúde - considerando que "obras dos quatro novos Hospitais Regionais avançam no Estado".
Íntegra do balanço:
Ao longo do ano de 2025, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) avançou na construção dos quatro novos Hospitais Regionais de Alta Floresta, do Araguaia (em Confresa), de Juína e de Tangará da Serra.
O projeto arquitetônico de cada unidade possui uma área total de cerca de 18 mil m², entre edificação principal e edificações periféricas.
“Estamos construindo quatro Hospitais Regionais de forma simultânea em Mato Grosso, para cobrir os vazios assistenciais de saúde e facilitar o acesso da população aos serviços necessários. Essas pessoas não vão mais precisar se deslocar por longas distâncias para receber um atendimento de média e alta complexidade com excelência”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Com investimento previsto de R$ 186 milhões em obras, o Hospital Regional de Alta Floresta atingiu um percentual de 97% de execução e será o primeiro a ser finalizado, ainda no primeiro semestre de 2026.
O Hospital Regional de Juína está com 56% de andamento e tem custo previsto de R$ 135 milhões em obras.
Já o Hospital Regional do Araguaia, no município de Confresa, atingiu 51% dos R$ 147 milhões previstos.
A construção do Hospital Regional de Tangará da Serra chegou a 53% de andamento, com a previsão de investimento de R$ 139 milhões em obras.
Segundo a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, as obras dos quatro novos hospitais avançaram de forma significativa durante o ano passado.
“A SES trabalha para finalizar a construção dos novos hospitais, com foco em estruturas de muita qualidade, assim como realizou no Hospital Central do Estado de Mato Grosso, em Cuiabá. Esses novos hospitais seguem o conceito que temos implementado nas unidades já modernizadas, como o Lacen”, afirmou.
As estruturas dos quatro novos Hospitais Regionais contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI, entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento de média e alta complexidade.
Com Luiza Goulart/Comunicação/SES-MT

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