Na artilharia da campanha, o candidato ao Governo Mauro Mendes (DEM), utilizou o programa eleitoral, na segunda-feira (10), para alfinetar o governador Pedro Taques (PSDB) acerca dos "atrasos" no pagamento da folha do funcionalismo - que vem sendo pontuada no dia 10 do mês subsequente na atual gestão - deixando de quitar os proventos dentro do mês trabalhado - alegando reflexos da crise na economia sobre os cofres públicos.
Mauro pontuou "o impacto para o servidor público que não recebe o salário no último dia do mês, como já acontecia há 10 anos, trazendo consequências para a família do trabalhador e também para o comércio".
No programa, o candidato também destacou que "manterá os direitos trabalhistas e efetuar o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos, como fez nos quatro anos em que administrou Cuiabá".

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