Se as coisas não estão fáceis para os candidatos ao comando do Estado, considerando tempo reduzido de propaganda eleitoral, imagina o cenário sobre o governador Pedro Taques (PSDB), concorrendo à reeleição.
Além de "suposta" delação a cargo do ex-secretário de Estado de Educação, Permínio Pinto na esteira do esquema de desvio de dinheiro na Pasta - "supostamente" para pagar dívida da campanha 2014 de Taques, agora os efeitos da Grampolândia Pantaneira ou Watergate de MT parecem piorar o clima no projeto tucano.
Isso porque em depoimento nesta segunda-feira (27), o cabo PM Gerson Corrêa resolveu apresentar mais pontuações sobre as escutas ilegais.
Conforme o Portal Folhamax, "com declarações bombásticas, Correa agora revela que o ex-secretário da Casa Civil e advogado Paulo Taques, que estava preso até sexta-feira por fraudes no Detran, lhe ofereceu propina para não ser citado o nome do governador Pedro Taques (PSDB) nos grampos. "Enquanto estive preso, não posso deixar de fazer essa revelação. Recebi a promessa de ajuda financeira de Paulo Taques por duas vezes. Ele me ofereceu ajuda sob a condição de eu não deixar o assunto chegar até o nome do governador. Ele acabou não me ajudando", confessa ao reafirmar que as operações do Gaeco seguem sendo feitas com ilegalidades até hoje".

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