Da Redação - FocoCidade
Pré-candidato ao Senado da República, Jayme Campos (DEM) pontuou em reunião com um grupo de prefeitos de Mato Grosso, a defesa pela revisão do Pacto Federativo para ampliação da fatia de recursos destinadas aos municípios.
Ressaltou a arrecadação de impostos que em 2018 já somaram R$ 1,403 trilhão dos quais R$ 18 bilhões foram pagos apenas pelos mato-grossenses.
“Temos uma arrecadação de impostos crescente e que demonstra o vigor da nossa economia, mas com certeza a partilha destes recursos é desleal com os municípios e com a população, pois reafirmo que as pessoas moram nas cidades, portanto, ali tem que estar os recursos para atender a demanda”, disse o pré-candidato aos prefeitos Ronaldo Floreano dos Santos (São José dos Quatro Marcos); Jeferson Gomes (Comodoro); Terezinha Guedes Carrara (Nova Santa Helena) e Valdomiro Lachovicz (São José do Rio Claro).
“Uma divisão em que o Governo Federal fica com 60% de tudo que é arrecadado, os Estados com 25% e os municípios com 15%, não pode dar certo e engessa prefeituras. O Pacto Federativo é para mudar essa concepção e possibilitar que os municípios tenham maior mobilidade de atender a população, seja na saúde, na educação, no social, em obras ou até mesmo em outros setores da economia que permitam alavancar situação e melhorar o desempenho das cidades e consequentemente dos Estados e do Brasil”, ponderou Jayme Campos.
Ele sinalizou que é possível fazer uma mudança gradual de até 1% ou dois pontos percentuais na partilha dos recursos para contemplar os mais de 5.700 municípios brasileiros sem que isto imponha um pesado fardo ao Governo Federal que tem também obrigações a serem cumpridas.
“Temos que ser responsáveis com a coisa pública mantendo sempre como meta que o atendimento a população vem em primeiro lugar. Uma nova partilha é essencial até mesmo para o Brasil, pois se arrecada muito. Temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, portanto, não se justifica faltar dinheiro para áreas essenciais”, frisou Jayme Campos.
A prefeita Terezinha Guedes Carrara apontou que o pré-candidato do DEM tem experiência e vivência política, o que o torna um dos mais preparados não apenas para voltar ao Senado, mas para conseguir destravar as alterações necessárias como o Pacto Federativo.
“Ele conhece como poucos a realidade da administração pública, pois foi prefeito de Várzea Grande por três vezes, governador de Mato Grosso e senador e isto permite a ele ter propostas que podem se tornar realidade e principalmente, mudar a concepção da gestão pública”, explicou a prefeita de Nova Santa Helena.
A principal reclamação dos prefeitos foi quanto a burocracia estatal em Brasília e as dificuldades dos municípios em terem projetos executivos que se tornem realidade. “As vezes existe até o recurso público para determinada obra, mas os entraves e a burocracia são tamanhos que nos leva a exaustão e a desistência”, disse o prefeito Jeferson Gomes de Comodoro.
Prefeito de São José dos Quatro Marcos, Ronaldo Floreano dos Santos reafirmou que a presença de Jayme Campos no Senado pode facilitar a vida dos prefeitos, “pois ele conhece as dificuldades que os gestores municipais enfrentam e os caminhos em Brasília para ajudar na solução dos problemas”.
Por fim o prefeito de São José do Rio Claro, Valdomiro Lachovicz assinala que os prefeitos estão atentos as propostas dos candidatos, visando adequar a realidade e a busca da solução dos problemas. “Como Jayme Campos é um político experiente, além de ex-prefeito e ex-governador, tem bagagem e pode nos ajudar a mudar a concepção de gestão pública e optar por resultados, ou seja, a população espera que os gestores resolvam os problemas e criem melhorias”, disse.
Antes de concluir, Jayme Campos lembrou que a única maneira de se mudar o atual ‘status quo’ na relação entre os entes da federação, Governo Federal, Estados e Municípios é um novo Pacto Federativo que contemple não apenas a divisão do bolo da arrecadação, mas que obrigue a correta aplicação em prol de políticas públicas de resultados.
“Não é mais admissível que um país como o Brasil ainda promova a política do pires na mão, aonde os entes federados têm que mendigar por repasses que deveriam ser obrigatórios e essenciais para a boa gestão da coisa pública. Ou mudamos essa prática ou estaremos fadados a permanecer errando e prejudicando a Nação e sua gente”, disse Jayme Campos.
Com Assessoria

Ainda não há comentários.
Veja mais:
PC confirma prisão de mulher acusada de integrar facção em MT
Operação da PM derruba garimpo irregular em zona rural
IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025
TJ: reserva para moradia não impede penhora em caso de dívida
Suspensão indevida do seguro: TJ manda indenizar por roubo
TJ decide: venda sob pressão anula contrato e gera indenização
O Agro além do Mito!
Os desafios do aluguel por temporada X falta de segurança e sonegação: o custo invisível para a sociedade
Exclusividade Fotográfica em Formaturas: Entre a Organização do Evento e os Direitos do Consumidor
INSS terá fila nacional para reduzir tempo de espera