Da Redação - FocoCidade
O secretário-chefe da Casa Civil, Ciro Rodolpho Gonçalves, rebateu as críticas do pré-candidato ao Governo, Mauro Mendes (DEM) em relação aos números da dívida do Estado. Segundo Mendes, o Executivo pontua déficit de R$ 3,6 bilhões e deve fechar o atual exercício em R$ 4 bilhões de dívidas.
Em entrevista ao programa "MT é Mais", da TV Brasil Oeste, na segunda (30.07), Ciro afirmou confiar nos dados divulgados pela Secretaria de Fazenda, na semana passada, dando conta de que a gestão Pedro Taques (PSDB) impediu o agravamento da crise econômica, por meio de medidas de austeridade adotadas desde 2015.
Na semana passada, o secretário de Fazenda Rogério Gallo afirmou, em entrevista à TV Vila Real, não ser real o valor de R$ 3,6 bilhões em restos a pagar explorados por Mauro Mendes. Segundo Gallo, retirando as operações de crédito de obras, o Governo deve, na verdade, R$ 500 milhões.
“Gallo é extremamente responsável em tudo que fala. Além da pessoa do Gallo, que é um servidor exemplo para todos nós servidores, confio na equipe que conduz a política econômica do Estado. Se colocar na balança servidores da Sefaz, com dados divulgados com responsabilidade, contra alguém que nada conhece do poder Executivo de Mato Grosso, não tem como comparar”, disse o Chefe da Casa Civil.
Ciro, na defesa veemente da gestão Taques, alertou sobre "possíveis jogos de palavras que serão usados pelos adversários de Pedro Taques, pré-candidato à reeleição pelo PSDB". “Fazer jogos de palavras, pinçar informações e trazer isso em programas curtos e editados, é desonestidade com a informação. Digo isso com segurança porque sou servidor há 8 anos, sou servidor do Controle e sei da responsabilidade com que esse assunto sempre foi tratado dentro do Governo”, disse.
Ainda sobre as contas do Governo do Estado, Ciro que foi Controlador-Geral, disse que a situação quando Pedro Taques assumiu era caótica. Ele lembrou que um dos grandes prejuízos ao Estado, no campo da corrupção, foram confessados pelo ex-governador Silval Barbosa que admitiu que foi o líder de um grupo que desviou mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos.
“Todos os remédios estruturantes, estamos tomando desde 2015. Enfrentamos toda essa crise com bravura para preservar o patrimônio público. Fizemos tudo para combater a corrupção e isso nos permitiu economizar R$ 1,2 bilhão”, finalizou.
Em tempo, Mauro Mendes mesmo após defesa do Governo, mantém seus apontamentos sobre eventual déficit do Executivo, assinalando que os dados constam no Portal Transparência do Estado.
Com Assessoria

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