Foto: Agência Brasil
Informações do comitê de gestão da crise do Estado são de que mais de 10 municípios solicitaram a decretação de Situação de Emergência, por meio da Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa Civil, da Casa Civil do Estado, em razão do desabastecimento provocado pela paralisação geral dos caminhoneiros.
Até essa terça-feira (29) cinco cidades do Estado conseguiram o decreto, que irá auxiliar no abastecimento dos municípios pois permitirá a compra do itens dispensados da licitação e proporcionará a escolta para os insumos.
Chapada dos Guimarães, Itanhangá, Mirassol D´Oeste, Sorriso e Tangará da Serra são os municípios que já decretaram a situação de emergência. O decreto foi fundamentado na falta de produtos até mesmo para os atendimentos essenciais, como como saúde, segurança e educação. Além disso, falta nessas localidades combustíveis para abastecer os veículos particulares, alimentos nos mercados, água e gás de cozinha.
Os municípios que solicitaram mas ainda não tiveram os pedidos deferidos pela Secretaria Nacional de Defesa Civil são: Acorizal, Campinápolis, Guiratinga, Nova Olímpia, Novo São Joaquim, Paranatinga, Porto Alegre do Norte e Porto dos Gaúchos.
O secretário adjunto de Defesa Civil do Estado cel. BM Abadio Cunha, conta que 120 municípios são monitorados por conta de algum tipo de desabastecimento. Porém, mesmo os que já solicitaram a decretação de situação de emergência, reavaliam a continuidade do processo. Isso ocorre porque alguns já estão recebendo os insumos necessários, com apoio de a escolta das forças de segurança do Estado, junto a PRF e Exercito.
O secretário-chefe da Casa Civil Júlio Modesto, exemplifica o atendimento que é realizado aos municípios. Ele conta que o Governo do Estado com o apoio do Exército levou de helicóptero uma carga de quase 200 quilos de insumos para o Hospital Regional de Sinop, o atendimento para o setor da saúde também foi realizado para outros municípios.
“A prioridade do Governo é acompanhar de perto e atuar cirurgicamente, na escolta dessas cargas consideradas prioritárias, para os municípios, inclusive os mais distantes. Nós também fizemos o contato com as distribuidoras de gás e combustíveis no interior para a entrega mais rápida. Fazemos ainda o monitoramento, agregando as prestadoras de água, energia elétrica, setores produtivos e prefeitos, para entender os gargalos. E realizamos a reunião diária para o balanço da situação, desde a instalação do comitê de crise (no último sábado), e a proposição de estratégias para estabelecer a normalidade o mais breve possível”, afirmou Júlio Modesto. (Com assessoria)

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