Sonia Fiori - Da Editoria
A cúpula do PP, sob presidência de Ezequiel Fonseca, descartou na noite desta quinta-feira (17) a possibilidade de apoiar o projeto de reeleição do governador Pedro Taques (PSDB). Dos 44 convencionais presentes, 40 foram contra a tese de aproximação com o grupo tucano e quatro preferiram se abster, como o ex-ministro da Agricultura, Nerri Geller.
O encontro selou entendimento de que a empresária Margareth Buzetti é o nome do PP na corrida ao Senado.
Não integraram a reunião o ministro da Agricultura, em viagem, Blairo Maggi e nomes que se alinham ao projeto de Taques, como o megaempresário Eraí Maggi.
Com a negativa ao projeto do PSDB, o caminho fica mais reforçado aos planos de compor com o pré-candidato ao Governo, senador Wellington Fagundes (PR).
Ezequiel Fonseca disse que "em política tudo é possível", mas fez questão de assinalar a simpatia ao projeto do PR, lembrando que "até agora apenas o senador Wellington Fagundes se apresentou com candidato da oposição para disputar o Governo".
O presidente do PP conseguiu, com o resultado da reunião, fortalecer as ações em favor do republicano e contra uma ala da legenda que defendia reaproximação com Taques, leia-se Eraí Maggi.
Ezequiel frisou o descontentamento com a gestão atual do Estado, pontuando que a insatisfação vem das bases da agremiação.
"Eu já vinha orientando sobre a insatisfação dos meus liderados com o governo. Há um ano e meio falei que o governo fracassou. E apartir daí só recebi os convencionais a demonstração de mudança, que não dava, que deveria trocar. Convencionais no Estado inteiro. Essa era uma reclamação constante. As politica spúblicas pioraram, isso porque ouvi o partido e ninguém quer porque acha que chegou ao fim. Ouvimos depoimentos interessantes de convencionais do nortão por exemplo".

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