Foto: MT Notícia
Os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), realizam na sexta-feira (16), às 9h30, uma reunião para rever a decisão que encerrou a fase de oitivas da comissão. Sobre o assunto, o prefeito assinala que irá provar na Justiça não ter cometido ato ilícito.
A mudança foi requerida do vereador Dilemário Alencar (Pros), que pediu o cancelamento da aprovação do pedido do vereador presidente da Câmara de Cuiabá, Justino Malheiros (PV), sustentando inúmeros trabalhos ainda a serem realizados pela CPI.
O requerimento de Justino pôs fim à fase de oitivas da CPI e foi aprovado pelos membros Adevair Cabral (PSDB) e Mário Nadaf (PV), no último dia 9. Com a aprovação, a CPI encaminhou-se para a fase de elaboração do relatório final.
“Como ainda existem requerimentos dos vereadores a serem analisados, precisamos apreciá-los para podermos, de fato, encaminhar para elaboração do relatório. Esse é o trâmite”, explicou o presidente da CPI, vereador Marcelo Bussiki (PSB).
Também será analisado o requerimento do vereador Toninho de Souza (PSD) para que o relatório da CPI não seja feito apenas com base nas declarações dos depoentes, mas que também sejam solicitados mais documentos.
Apenas o ex-governador Silval Barbosa, o seu ex-chefe de gabinete, Sílvio Corrêa, o ex-secretário de Indústria e Comércio, Alan Zanatta, e o servidor da Assembleia Legislativa, Valdecir Cardoso, foram ouvidos.
Entres os documentos está o vídeo do cartório em que Valdecir Cardoso protocolou a declaração em defesa do prefeito, bem como a quebra de sigilo fiscal e bancário do Instituto Mark, de propriedade do irmão do prefeito, Marco Polo Pinheiro, o "Popó".
Será analisado ainda o requerimento do vereador Paulo Araújo (PP) quanto à competência da Câmara de Cuiabá, de convocar deputados estaduais, bem como o requerimento do vereador Adevair Cabral (PSDB) quanto ao cronograma para a entrega do relatório final da CPI. A reunião acontecerá às 9h30, no Plenário da Câmara de Cuiabá. (Com assessoria)

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