Conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, por meio de nota, repudiou as informações veiculadas na imprensa sobre apreensão pela Polícia Federal na esteira da Operação Malebolge de "duas armas, 61 munições e diversos documentos que chamaram a atenção da Procuradoria-Geral da República (PGR)", conforme revelou o site Hipernoticias.
"Gostaria de repudiar com veemência o uso político da situação, numa tentativa vil e em vão de ferir minha honra, acabar com minha dignidade e manchar minha trajetória de 37 anos de serviços prestados à sociedade mato-grossense", disse.
Confira a nota na íntegra:
"Nota de repúdio
Em relação às reportagens veiculadas pela imprensa sobre a lista de materiais apreendidos pela Polícia Federal (PF) em minha casa e gabinete no Tribunal de Contas do Estado (TCE), gostaria de repudiar com veemência o uso político da situação, numa tentativa vil e em vão de ferir minha honra, acabar com minha dignidade e manchar minha trajetória de 37 anos de serviços prestados à sociedade mato-grossense.
Desde o primeiro momento em que manifestei publicamente meu interesse em disputar o pleito 2018, passei à condição automática de alvo principal das investidas de políticos que temem serem derrotados pela democracia, bem como agentes públicos e membros de instituições que sonham em participar da vida política partidária, valendo-se das prerrogativas constitucionais inerentes à função.
Reafirmo, sobretudo, minha serenidade ante o ataque político-jurídico que passei a enfrentar. Certamente o povo clama por mudanças. E a “transformação” verdadeira tem um preço alto. Custa a coragem de encarar os autocratas nos olhos, sem medo de enfrentá-los. Acredito na justiça e tenho fé de que a verdade prevalecerá. E, por fim, reitero minha total tranquilidade sobre a origem e licitude de todos os materiais que foram recolhidos pela PF."
Antonio Joaquim

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