Diante do impasse na resolução da crise, Hospitais Filantrópicos avaliam paralisar além dos serviços, o atendimento de urgência e emergência, o que é considerado o máximo do caos no sistema.
Representantes dos Hospitais Filantrópicos pontuam atrasos nos repasses de recursos. O Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, assinala não dever, considerando a não existência de contratos diretos, e sim apoio financeiro às prefeituras de Cuiabá e Rondonópolis.
Nesse cenário, não é apenas a responsabilidade dos repasses que está em questão, e sim a expectativa de uma solução.
A paralisação total do atendimento significa na prática o mais profundo desespero de milhares de cidadãos que não tem dinheiro para pagar uma saúde de qualidade, e que fica só na teoria da Constituição Federal.

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