Da Redação
A Polícia Federal pontua que deflagrou a segunda fase da Operação Protego - lembrando o "objetivo de combater o armazenamento e a distribuição de imagens e vídeos contendo exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes".
A PF ressalta:
Os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal, em Rondonópolis.
Inicialmente, as investigações identificaram que o acusado armazenava no celular dele aproximadamente 178 vídeos e/ou imagens de conteúdo pornográfico, incluindo abuso sexual infantil. Caso seja confirmado o armazenamento/compartilhamento e/ou venda desses arquivos, o responsável poderá responder pelos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas que, somadas, podem chegar a 12 anos de reclusão.
O nome da operação Protego, termo em latim que significa “protetor”, faz alusão à atuação da Polícia Federal como guardiã das crianças, combatendo os crimes que assolam a infância.
A operação foi realizada na quinta-feira (25).
Com Comunicação PF

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