Com apoio do Governo de Mato Grosso, o grupo de Siriri e Cururu Flor Ribeirinha, de Cuiabá, conquistou mais um título internacional de dança folclórica. Neste fim de semana, a equipe venceu o "Cheonan World Dance Festival", na Coreia do Sul, considerado o maior evento de dança folclórica da Ásia e o segundo maior do mundo. Esta é a primeira vez que um grupo brasileiro venceu a competição.
Desde que começou a viajar pelo mundo, foram mais de 20 apresentações internacionais, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Para o festival na Coreia do Sul, o recurso foi de R$ 628,5 mil, garantindo que os integrantes do Flor Ribeirinha representassem Mato Grosso no evento internacional. Ao todo, 17 países participaram da disputa mundial.
“O Flor Ribeirinha é um importante grupo que há 30 anos pesquisa e mantém viva a nossa tradição, e estamos muito felizes com mais esta grande conquista. Impulsionado pelo incentivo direto do Governo do Estado, o grupo tem alcançado resultados louváveis e temos a certeza que o Flor Ribeirinha está abrindo os caminhos para que mais grupos possam chegar lá”, ressaltou o secretário adjunto de Cultura, Jan Moura.
Esta é a segunda vez que o Grupo Flor Ribeirinha participa do ‘Cheonan World Dance Festival’. A primeira foi em 2016, quando conquistou troféu de prata. Neste ano, o grupo se apresentou com espetáculos inspirados na cultura popular brasileira, em especial o Siriri e o Boi Bumbá.
Liderado pela mestre da cultura Domingas Leonor da Silva, da Comunidade de São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá, o Grupo Flor Ribeirinha acumula outros títulos mundiais, conquistados em países como Turquia (2017), Polônia (2021) e Bulgária (2022).
Por meio da Associação Cultural Flor Ribeirinha, o grupo atua no resgate, manutenção, proteção e difusão da cultura mato-grossense, com foco no Siriri e Cururu. Além disso, contribui para a preservação de tradições cuiabanas, como as celebrações das festas de santos, produção de cerâmica em argila, comidas e bebidas típicas, confecção e uso da viola de cocho e, enfim, na valorização do modo de vida da população ribeirinha.
Por Graciele Leite/Secel-MT

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