A política de preço dos combustíveis da Petrobras será tema de uma reunião conjunta no Senado, nesta quinta-feira, 22. O presidente da estatal, Jean Paul Prates, será questionado pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE), de Infraestrutura (CI) e de Desenvolvimento Regional (CDR). Na pauta: a paridade de preços do petróleo com o dólar e o mercado internacional, medida anunciada pela empresa no mês passado.
O requerimento de convite a Prates é de autoria do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Ele lembra que a política de paridade de importação (PPI) foi praticada nos últimos seis anos. Por essa regra, observa Vieira, "as oscilações externas [de preços] refletiam direta e automaticamente no mercado interno".
De acordo com a Petrobras, "os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio". A "nova estratégia comercial" da empresa adota duas referências do mercado para a composição dos preços: o custo alternativo do cliente e o valor marginal para a Petrobras, explica o senador.

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