Sonia Fiori - Da Editoria
Governador Mauro Mendes (UB) voltou a defender a implementação de "políticas rígidas" em relação ao desmatamento ilegal, considerando a possibilidade de confisco de terras - áreas - daqueles que não cumprem à risca a legislação ambiental.
A pontuação do governador ocorreu na noite de ontem (1º), durante entrevista coletiva - após ser questionado sobre o discurso do presidente Lula, que asseverou o "desmatamento zero na Amazônia".
Em novembro passado, Mendes se reuniu com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e observou essa via de confisco e perda de bens - caso ocorra quebra das regras.
A posição de Mendes foi assinalada no período - durante a 27ª Conferência sobre Mudanças Climáticas - COP 27 - no Egito.
Ontem, o chefe do Executivo estadual foi categórico sobre esse tema: "eu continuo defendendo o desmatamento ilegal zero e tenho defendido algo muito mais radical que causou certo alvoroço no mercado econômico de Mato Grosso, porque defendi que fosse adotado para o desmatamento ilegal o mesmo procedimento já previsto no artigo 243 da Constituição, que quando você planta maconha, produzi cocaína numa propriedade rural, você tem o perdimento e o confisco dessa unidade".
Nesse sentido, cravou: "e o que aconteceu ao longo dos anos depois de estabelecer isso? Nunca mais se ouviu falar que está se plantando maconha e cocaína no Brasil. Então temos que mudar os instrumentos para combater esse crime que causa um dano ambiental, um dano a nossa imagem e a nossa economia".

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